• InEditora Verus, Resenhas

    [Resenha] A Garota do Calendário – Janeiro

    Olá, pessoas bonitas! Tudo bem com vocês?
    Hoje eu decidi trazer a resenha do primeiro livro dessa saga que quando lançada causou o maior fuzuê no meio literário. Particularmente, não sou a maior fã de romances eróticos e a leitura dessa saga só se deu por uma amiga insistir TANTO para que eu lesse essa saga, que eu realmente tive que a ler e cá estou eu trazendo a resenha desses livros.

    Por ser livros curtos (nenhum passou de 200 páginas), a leitura até que aconteceu bem rápido, tendo livros que foram lidos em apenas algumas horas. Vamos lá?

    Sinopse: Fenômeno editorial nos Estados Unidos com mais de 3 milhões de cópias vendidas. Mia Saunders precisa de dinheiro. Muito dinheiro. Ela tem um ano para pagar o agiota que está ameaçando a vida de seu pai por causa de uma dívida de jogo. Ela precisa de um milhão de dólares. A missão de Mia é simples: trabalhar como acompanhante de luxo na empresa de sua tia e pagar mensalmente a dívida. Um mês em uma nova cidade com um homem rico, com quem ela não precisa transar se não quiser? Dinheiro fácil. Parte do plano é manter seu coração selado e os olhos na recompensa. Ao menos era assim que deveria ser… Em janeiro, Mia vai conhecer Wes, um roteirista de Malibu que vai deixá-la em êxtase. Com seus olhos verdes e físico de surfista, Wes promete a ela noites de sexo inesquecível — desde que ela não se apaixone por ele.

    Mia aparentemente nunca teve sorte no amor. Apaixonou-se quatro vezes e as quatros vezes acabou machucada de formas inigualáveis. Mas a última lhe deixou um ônus: ela precisa pagar uma dívida milionária que seu pai viciado contraiu ao pegar emprestado dinheiro com Blaine (uma das paixões de Mia), mas ela não tem a mínima noção de como o fará com seu trabalho de garçonete em Vegas e é quando sua tia MIllie, ou sra. Millan, aparece e a oferece um acordo que a fará pagar esta dívida em um ano: ser acompanhante de homens lindos e famosos e com muito, muito dinheiro.

    “É o motivo pelo qual eu acredito que o amor verdadeiro é uma coisa criada pelas empresas que vendem cartões e por pessoas que escrevem livros sentimentais e roteiros de comédia romântica.”

    Deixando sua melhor amiga Ginelle, seu pai em uma UTI e sua irmã Madinson na Universidade, Mia Saunders viaja para Malibu ao encontro de Wes, um dos roteiristas mais famosos da atualidade e que exala sensualidade por onde passa.

    Tendo que passar 24 dias com ele, Mia descobrirá que esse trabalho além de poder salvar sua família também a pode salvar.

    Juro a vocês que essa leitura foi feita em menos de 24h e entendo o porquê. É uma leitura leve, sem grandes reviravoltas e até diria, um pouco clichê. Entretanto, é um livro que foi escrito com o objetivo de nos fazer desejar e ansiar por mais da história da Mia e sua missão nos seus próximos doze meses. A Mia parece saber bem quem ela é, o que falta é descobrir quem ela quer ser. O que ela quer fazer. Ela conhece muito bem seu corpo e suas vontades. Mas e sua alma? Existem coisas que não somos capazes de descobrir em apenas um mês e com a nossa protagonista é a mesma coisa. Por isso, mesmo sendo uma leitura sem grandes atrativos, me conquistou. Pela expectativa do que ela fará na sua descoberta pessoal e quais caminhos ela trilhará e se eles a levarão para onde ela deseja.

    “Para onde a moto nos levar. A questão não é o destino. É a viagem que conta.”

    Um outro ponto interessante desse livro é que mesmo sendo curto, ele nos mostra pontos importantes da personalidade dos personagens apresentados e nos fazem criar empatia e dá algumas risadas também.

    ” —Você trocou o nome da personagem principal para Mia?

    — Troquei — ele disse, sem acrescentar mais nada. Pisquei algumas vezes, sentindo os olhos úmidos quando olhei para ele.
    — Por quê?
    — Porque você é importante.”

    Com certeza a Audrey encontrou sua própria fórmula do sucesso ao contar a história da Mia e seus misteriosos (e lindos) clientes.

    E vocês, já leram esses livros? E o que acharam? Me contem, estou curiosa!!

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  • InResenhas

    [Resenha] Sexy & Impulsivo – Mary Oliveira

    Olá, pessoas bonitas! Tudo bem com vocês?! Eu espero que sim!

    Esses dias mesmo com a correria do estágio-faculdade-provas, tenho lido alguns livros interessantes e que há muito já era de minha vontade. Sexy & Impulsivo foi um deles. Já contei aqui mil vezes que sou completamente apaixonada pela escrita da Mary e que sempre me vejo perdida nos universos criados por ela. Nesse, não foi diferente. Foi uma delicia sem fim poder conhecer um pouquinho mais de um personagem que tanto me instigou na duologia Trust.

    Ps: esse post não contém spoilers para quem não leu os demais livros, tentei ao máximo deixar questões do enredo de fora

    Sinopse: Este prequel da duologia Trust apresentará uma perspectiva diferente da história que você provavelmente já acredita conhecer. Você verá, através dos olhos de dois personagens amados e odiados dessa duologia, o que realmente aconteceu no passado e como isso implica profundamente no presente dos dois. Descobrirá qual o preço cobrado por mentiras, omissões e culpa, terá a chance de ver e compreender onde e como se apaixonaram e, sobretudo, porque, mesmo naquela época, apesar de tudo o que passaram, esse sentimento prevaleceu.

    Prepare-se para uma reviravolta de emoções. Este é apenas o começo.

    Em Sexy & Impulsivo conheceremos mais a fundo a história do gêmeo do nosso querido Aaron, Rodrigo, e o que o levou a onde estava e a fazer o que fez.

    Quem leu a duologia foi do inferno ao céu em relação ao Rodrigo e eu não fugi disto e lendo este spin-off continuo sem saber muito bem como me sinto em relação a ele, porque não acredito que o fim justifique os meios, contudo, toda história tem dois lados e para ser justa preciso ver por uma outra perspectiva também. Mesmo sabendo que se trata de uma situação fictícia – mais ou menos, né, porque infelizmente o mundo que a gente vive é canibal – , essas indagações me permearam por todo tempo que li o livro.

    “Quando todos que deveriam ter te amado e protegido encontravam uma forma diferente de te machucar , humilhar e destroçar seu coração , você certamente deveria aprender que o amor não está necessariamente ligado ao respeito , cuidado e fidelidade , deveria aprender também a não acreditar no amor de qualquer um , além do seu próprio . A não dar a outra pessoa o poder de te machucar de novo . “

    Conhecer esse novo lado desta dupla de personagens me cativou e me fez desejar insanamente mais, já que o final da duologia embora muito bem encerrado para o casal principal, deixou um gostinho de quero mais deliciosa para o casal misterioso dos livros.
    E o que já é característico das histórias da Mary e que continuo batendo palmas firmemente é o que há na entrelinhas escritas, nesse livro, mesmo sendo menor que os demais, vemos o quanto o amor é poderoso e que por ele se é capaz de tudo (novamente, o fim justifica os meios?) e a capacidade de reconhecer nossos erros. De reconhecer nossa humanidade e limitações. Além que pelo amor também, somos capazes de grandes atos altruístas, por mais que eles nos dilacerem por dentro.

    É, pessoas bonitas, continuo sendo uma apaixonada pelo amor e pelo visto, nosso personagem também gosta desse sentimento. E a autora também, por mais que algo nela AME nos maltratar com os suspenses de tirar o fôlego que ela escreve.

    Fico no aguardo do lançamento da segunda parte do spin-off e espero que quando voltar para contar o desfecho deste casal, eu tenha uma posição definida sobre o que acho desses dois.

    Como disse no começo, por ter pontos chaves muitos importantes para os livros Trust, me atentei somente a minha opinião, deixando de lado informações importantes que estraguem a surpresa da leitora dos livros que originaram este aqui. TODOS os livros da Mary se encontram disponíveis na Amazon e vocês podem lê-lo já, okay? Recomendo cegamente cada um!

    “E as raízes eram tão profundas , que nem mesmo ela conseguia enxergar .”

    Beijos, beijos, até a próxima!

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  • InPrimeiras Impressões

    Feridos – Lado a Lado com o Inimigo

    Olá, pessoas bonitas!

    Tudo bem com vocês? Hoje vim trazer as minhas impressões sobre a continuação do livro da Jhey Lee.

    Vem comigo!

    AngelLee está ferida e precisa descobrir uma forma de restaurar sei coração após descobrir o que seu namorado, Nick, fazia.

    Alan continua sendo o gentil homem que se tornou com a Angel e ele é uma parte fundamental nesse novo desenvolvimento dela. Nessa descoberta da mulher (ainda mais) incrível que ela é.

    Temos entrada de novos personagens, assim como novos conflitos e novos momentos que a gente espera viver (meu sonho um cartão black numa loja de roupas hihihi), e a Jhey Lee continua fazendo um trabalho que muito admiro e trazendo uma forte representação para os dias de hoje.

    Espero ansiosa para poder terminar essa leitura, que promete ser ainda melhor que a primeira.

    O primeiro livro está disponível na Amazon em ebook e para aluguel pelo Kindle Unlimented.

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  • InDoces & Pipocas

    Vingadores – Ultimato

    Oi, gente! Tudo bem com vocês?

    Hoje eu decidi estrear uma nova seção aqui no Blog, Doces e Pipoca que tratará sobre filmes e séries. Não será uma coluna recorrente, pois, infelizmente, não assisto muitos filmes e séries no meu dia a dia. E para a estréia dessa coluna, não poderia ser outro filme.

    Quem me conhece sabe que sou uma grande fã da Marvel e sabe o quão louca eu fiquei para assistir o que é claramente O Filme De Uma Era e posso dizer a vocês que ele não decepciona. Vingadores Ultimato e suas 3h02 minutos de filme nos conta muito e ao acabar, nos deixa com a incrível sensação de fazer parte dessa história de 11 anos e 22 filmes.

    Em Ultimato vemos nossos remanescentes vivendo sob as consequências que estalo de Thanos em Guerra Infinta trouxe para todos e com a equipe original dos Vingadores tentando achar uma forma de reverter isto. Viúva Negra, Homem de Ferro, Capitão América, Gavião Arqueiro, Thor e Hulk contam com a ajuda de Máquina de Combate, Nebulosa, Rocket, Scott Lang e Capitã Marvel.

    Além de buscarem uma forma de ajudar a todos, nossos heróis precisam achar uma forma de se perdoarem e seguirem em frente e assim segue a primeira hora do filme mostrando um pouco sobre como cada um está lidando com a atual situação do planeta. E foi nesse momento que as primeiras lágrimas caíram quando estava na pré estreia. O silêncio de Nova York, a cidade sede dos Vingadores, com metade dos seus habitantes. A culpa e o arrependimento corroendo todos. Foi realmente muito triste.

    Com decisões tomadas e um plano em mente, Ultimato vai tomando forma e as tão habituais lutas dos filmes da MCU aparecem, nos arrancando suspiros e nos deixando em estado de êxtase total. Não é possível desgrudar os olhos da tela e até o mais alto suspiro pode nos fazer perder algum detalhe importante. Acho imprescindível falar, e isto não será um spoiler, que é lindo de ver a representatividade feminina que acontece nesse filme. Se foi lindo ver as nossas heroínas defendendo Natasha em Wakanda na batalha em Guerra Infinita, em Ultimato você pode (e deve!) esperar mais cena de arrepiar nesse estilo. E como sabemos, nós fãs, somos os principiais personagens dessa história, já que (por uma parte) somos nós que fazemos os filmes serem o sucesso que são e a Marvel nos entrega um filme especialmente para nós. Ultimato é tsunami de detalhes ricos para quem acompanha essa saga desde o inicio de tudo em 2008 com Homem de Ferro sendo lançado em todos os países, com muitos momentos tocantes que nos fazem emocionar com simples gestos. Há também o humor típico que estão presentes em todos o filmes do estúdio e o final?

    É… não possuo palavras para explicar. É um final digno de aplausos, das lágrimas que derramei, dos gritos que soltei e das 3 vezes que assisti. (Sim, foram três vezes!). É a prova que a Marvel fez muito mais que um punhado de filmes. É a prova que a Marvel Comics Universe criou um legado intransferível e atemporal. Assim como continuamos assistindo o primeiro Star Wars lançado há mais de 40 anos, End Game – e os demais filmes- seguirá na mesma linha.

    No fim, por mais que eu tenha chorado, rido e chorado novamente por ser o marco de um fim de uma era sem igual, saí do cinema agradecendo pela oportunidade de participar dessa história. Te amo, MCU, mil milhões. E encerro esse post com essa minha foto que eu simplesmente AMEI. Vermelho para representar Tony Stark e Pantera Negra, porque bem, o filme ganhou 3 Oscars, né? Para poucos!

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