
Oi, gente! Tudo bem?
Com toda a agitação pelo lançamento deste filme e logo após a estrei do livro, eu fiquei super ansiosa para ler e descobrir o quão bom era esta obra para causar tanto no meio literário. Quer saber se gostei? Vem ler a resenha logo abaixo 🙂

Sinopse: Stella Grant gosta de estar no controle. Ela parece ser uma adolescente típica, mas em sua rotina há listas de tarefas e inúmeros remédios que ela deve tomar para controlar a fibrose cística, uma doença crônica que impede que seus pulmões funcionem como deveriam. Suas prioridades são manter seus pais felizes e conseguir um transplante – e uma coisa não existe sem a outra. Mas para ganhar pulmões novos, Stella precisa seguir seu tratamento à risca e eliminar qualquer chance de infecção, o que significa que ela não pode ficar a menos que dois metros de distância – ou seis passos – de outros pacientes com a doença. O primeiro item é fácil para ela, mas o segundo pode se provar mais difícil do que ela esperava.
O único controle que Will Newman deseja é o de sua própria vida. Ele não dá a mínima para o novo tratamento experimental para o qual foi selecionado e não aguenta mais a pressão de sua mãe para que melhore. Prestes a completar dezoito anos, ele mal pode esperar para finalmente se livrar das máquinas e hospitais, usando o pouco de vida que ainda lhe resta para conhecer o mundo. Stella e Will são muito diferentes. Ao mesmo tempo, a doença que os une não é a única coisa que têm em comum. Eles têm que ficar a cinco passos um do outro, mas, conforme a conexão entre os dois aumenta, a vontade de burlar a distância física parece insuportável. Um grande amor vale um passo roubado?
A cinco passos de você nos apresenta a bela história de Will e Stella. Dois portadores de Fibrose Cistica que estão no Hospital St. Grace por motivos diferentes, porém com o mesmo objetivo.
“E eu pensei que esse aqui seria só mais um hospital chato, cheio de doentes chatos. E então você aparece. Sorte a minha.”
Stella está em busca de se manter viva, os trinta e cinco por cento da sua capacidade pulmonar a assusta. Ela simplesmente não pode morrer. Enquanto a situação de Will é bem mais delicada. Além de ser portador da FC, a B. Cepacia faz parte do seu organismo piorando ainda mais sua doença. Já que por causa da bactéria, ele não é apto a receber um transplante.
“Nunca pensei que poderia desejar tanto uma coisa a ponto de irradiar para os braços, pernas e em cada respiração.”
Stella vai para o St. Grace para aumentar suas chances enquanto espera um transplante. Will vai forçado pela mãe a fazer uso de um novo tratamento experimental. De uma forma única, (mesmo que já esperado para o desenrolar da história) Stella e Will se encontram e não poderiam ser mais diferentes. Opostos.
Conforme o tempo passa, somos apresentados e ficamos acostumados com os personagens e ambientes do St. Grace e vemos o desenrolar de uma paixão adolescente que é fadado a nunca acontecer, já que pacientes diagnosticados com FC devem manter uma distância de seis passos entre si. Mais que uma paixão adolescente, vemos o nascer é o florescer do primeiro amor, que nós bem sabemos que mesmo não duradouro por toda vida, é eterno pela forma que nos marca.
“Sorrimos um para o outro e, embora haja um milhão de motivos pelos quais eu não deva, não consigo negar que estou me apaixonando por ela.”
Mas e a você me pergunta: Mari, se eles precisam manter seis passos de distância, porque o nome do livro é a cinco passos de você?
E ai eis que respondo: não vou contar! É um dos melhores momentos do livro para mim! Primeiro amor, lembra?
A cinco passos de você é um livro bom. Talvez não melhor devido as altas expectativas que mantive. A crítica literária o comparou a A culpa é das estrelas, que para quem ainda não viu foi minha releitura deste ano, então, para mim, foi difícil superar o turbilhão de sentimentos que ACEDE causa em mim.
“A dor é o lembrete de que eles estiveram aqui, e de que estou viva.”
O livro é ruim? Longe disso. Mas é preciso que você entenda que esta história é sobre dois jovens que não podem se aproximar sem ter grandes chances de matar um ao outro. Mas carrega em suas páginas o peso do amadurecimento que ser adolescente transitando para a fase adulta traz. É sem dúvidas — para mim — um livro leve capaz de curar grandes ressacas já que quando piscamos, estamos na página 100, 150 e o fim do livro.
“É como se eu estivesse vendo tudo pela primeira vez. Não sabia que era possível uma pessoa transformar coisas velhas em novas de novo.”
Deixo um adendo para a belíssima capa do livro. Tanto a original, quando a segunda capa que veio nele, a do filme, Globo Alt vocês simplesmente arrasaram. É um dos livros mais belo da minha estante, não existe dúvidas.
No fim, é isto. Um livro bom e com importantes lições e com sua dose de realidade e fantasia.
Mas e vocês? Já leram? Assistiram o filme? Vamos conversar!!









