• InDoces & Pipocas

    Megarromântico

    Olá, gente! Tudo bem com vocês? Mais de um mês depois eu voltei com essa coluna que estou amando produzir (mesmo que ela mal apareça por aqui, mas juro que isto mudará). O Doce & Pipoca de hoje falará sobre uma comédia (não) romântica e que tem uma grande e importante lição para nos ensinar.

    O filme de hoje é o Megarromântico, uma obra produzida pela Netflix, a queridinha dos serviços streaming.

    Título: Megarromântico
    Título Original: Isn’t It Romantics
    Direção: Todd Strauss-Schulson
    Elenco: Rebel Wilson, Liam Hemsworth, Adam Devine
    Duração: 1h28min
    Nota: 🍫🍫🍫🍫

    A Natalie é uma arquiteta que se esforça ao máximo para que reconheçam seu (ótimo) trabalho, além do mais, ela não suporta comédia romântica e toda “baboseira” que o amor traz consigo. Mas após um dia típico de trabalho, quando ela desce em uma estação de metrô e reage a um assalto, ela bate a cabeça em uma pilastra e acorda em um hospital com um enfermeiro lindo. Até aí, tudo bem, né? Não!

    Natalie percebe que tudo está indo contra o curso natural de sua vida e para perceber que ela está vivendo uma das comédias românticas que ela tanto odeia não demora muito. Agora, ela entra numa missão de descobrir porque ela está vivendo isso e descobrir como fazer para voltar para casa.

    Eu vi algumas resenhas dizendo que esse filme era ruim, ou chatinho ou sei lá o que, mas gente, eu amei! Me diverti muito, já que quem o estrela é a Rebel, essa super atriz icônica.

    E não somente a nossa eterna Amy Gorda, mas todo o elenco. O Liam Hemsworth tem um atuação impecável. O Adam Devine continua sendo um xuxuinho demais.

    Adorei a moral dessa história e como ele me fez ficar pensando em alguns momentos importantes; saber nos valorizar e saber reconhecer que somos quem primeiro importa em nossas vidas é super importante, e o filme traz essa reflexão importante sobre o amor e sobre perceber o amor no ar, mesmo que a gente acha que não gostemos dele. Porque no fim, todos nós amamos o amor e amamos amar.

    Um outro ponto que para mim foi ótimo, foi esta sátira de fazer uma comédia romântica criticando as comédias românticas e todos os clichês que o rodeiam. Sem contar as seleções musicais. Gente, sensacional demais!!!!

    Um filme com A Rebel e o Adam sem muitas músicas e performances não é um filme protagonizado por eles. As cenas musicais, a trilha sonora e todo o encaixe delas juntamente com a ideia proposta são de arrancar alguns sorrisos e, se você for besta para rir assim como eu, algumas gargalhadas.

    No geral, é um filme muito legal, perfeito para assistir após um dia cansativo e só o que você é descansar e quem sabe assistir com o mozão?

    Essa foi minha dica de hoje e vocês já assistiram? O que acharam??

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  • InResenhas

    [Resenha] Sobre(o)postos – Bruna Fontes

    Olá, pessoas! Tudo bem com vocês? Mais uma vez falando sobre um dos livros dos meus gêneros favoritos: Young Adult. Dessa vez, trouxe a resenha de um livro de uma das rainhas do Wattpad, a Bruna Fontes! Vem comigo descobrir o porquê eu amei tanto essa história!

    Sinopse: Lavínia Lemes até tenta, mas não consegue evitar a atração que sente pelo vizinho do apartamento que fica exatamente abaixo do seu. E daí que ela só tem (quase) dezesseis anos enquanto ele já está terminando a faculdade? A garota não dá a mínima para esse pequeno detalhe, mas o mesmo não pode ser dito sobre o rapaz. Porém a diferença de idade não é a única coisa que afasta os dois: Ao passo que Eduardo Becker é um jovem universitário que passa horas com a cara enfiada nos livros de História, sempre com um copo de café nas mãos, Lavínia só pensa em se divertir com os amigos pelas ruas do Rio de Janeiro, com seus headphones vermelhos sempre explodindo com música nas alturas.

    Mas, em um belo dia de verão carioca, essa distância tem fim quando Lavínia consegue cinco minutos inteiros a sós com o rapaz de sotaque apaixonante. Contudo as coisas não acontecem exatamente da maneira – ou pelo motivo – que ela imaginava e a história desses dois vizinhos opostos, sobrepostos em um prédio de doze andares, jamais será a mesma depois desse encontro.

    Em Sobre(O)postos, segundo livro da série (não seriada) Medina-Becker, Bruna Fontes mais uma vez mostra que é uma autora versátil e com uma escrita sensível, capaz de mexer com os sentimentos do leitor de inúmeras formas diferentes.⁠⁠⁠⁠

    Sobre(o)postos (SOP) nos apresenta à Lavínia Lemes e ao Eduardo Becker. Ela, adolescente de 15 anos que mal doma seus cachos, quem dirá seu jeito; e ele, 20 e poucos, pequeno gênio e lindo de morrer. O que unicamente eles têm de comum é morarem no mesmo prédio, exatamente um andar acima do outro.

    “Lavínia nunca precisou de companhias erradas para fazer besteira, ela era a própria má influência.”

    Lavs tem uma queda pelo Edu desde que ela era uma pequena garotinha e ele recém chegado no Rio de Janeiro. Com seu jeito livre e uma autoconfiança invejável por muita gente – e até por mim – , Lavínia vive as aventuras, dores e amores que ser adolescente na era da tecnologia nos traz. Já Edu, só quer continuar sendo o ótimo garoto prodígio que é e seguir com sua vida do jeito que está, porque como é de conhecimento, time que está ganhando não se mexe. Será?

    “Ele era o orgulho da família, o cara mais centrado e inteligente que todos conheciam. Responsável, carismático, incrivelmente bonito. Às vezes era até difícil achar defeitos naquele ser humano feito de perfeições.”

    Por mais que possamos achar que são sempre as pessoas mais velhas que têm algo para ensinar às mais novas, a recíproca também é mais que verdadeira. Lavs e Edu nos mostram isso e eu adorei poder reler essa história deles!

    “Quando ela queria poder ter uma opção diferente, mas precisava se contentar com as que existiam. Lavínia fez uma escolha. Como adultos fazem o tempo todo. E se sentiu feliz e triste, ao mesmo tempo, por isso. Ela estava crescendo.”

    A primeira vez que li a história ela ainda estava sendo postada no Wattpad e na época ela não tinha me tocado tanto quanto Sob O Mesmo Teto, mas quando o reli em físico foi no momento bem propício e após eu ter vivido uma experiência MUITO parecida com as dos personagens favoritos. Ser intenso não quer dizer que tem que ser para sempre, né?

    “Começos em forma de finais; capítulos que ficavam para trás. Histórias que eram belas e marcavam, mesmo que efêmeras.”

    A Bruna tem uma escrita que me fascina e nem sei explicar o porquê ou como. Ela só é. Leio os livros dela com uma facilidade que eu gostaria que fosse assim com meus artigos acadêmicos também 😆

    Mas só não de momentos suspirantes SOP é escrito, Bruna por saber a responsabilidade que é escrever para um público tão jovem e tão grande, faz questão de todos os livros escrever algo que tem importância significativa na nossa realidade. Nesse, ela aborda o bullying e todas as consequências que ele traz.

    “Eu não tenho que ser bela, comportada e do lar para ser respeitada! Não preciso ter todos os pelos raspados, estar dentro do peso ideal ou usar as roupas da moda para ser digna de aceitação. Eu posso, sim, ser tudo isso se for o que eu escolhi pra mim, mas, se não for, mereço o mesmo respeito.”

    Na síntese: SOP é um livro que nos fala sobre como o amor acontece nos dias atuais e como não tem um jeito certo de amar e sim, o jeito de amar e fim. E que nem tudo acontece por um motivo, mas tudo acontece porque tem que acontecer e tudo nos faz crescer. Acho que SOP é exatamente sobre isso: sobre o constante processo de amadurecimento que somos expostos durante toda nossa vida.

    “Para os lados opostos que eles seguiram, carregados pelos ventos do futuro e do presente que se convergiam. Leves como plumas eles seguiram adiante, sem olhar para trás, e seus destinos era uma página em branco sendo escrita um pouquinho mais a cada dia.”

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  • InDiário de uma vivente

    Romances Efêmeros são ruins?

    Recentemente li dois livros que abordavam esse tipo de romance: profundos, intensos e efêmeros. Existem alguns livros de romance que leio, que após terminar a leitura fico reflexiva imaginando e desejando poder viver um romance tão bonito quanto esses lidos escritos nas linhas dos livros, mas imaginem como fiquei após terminar dois livros que abordaram exatamente o tipo de romance que está no título desse post: efêmeros.

    Segundo a definição dada pelo site Significados:

     ” Efêmero é um termo de origem grega (em que “ephémeros” significa “apenas por um dia”) usado para designar uma situação que dura muito pouco tempo. É antônimo de duradouro, permanente.
    Em geral, o termo é associado a tudo aquilo que tem caráter passageiro, transitório, fugaz, de curta duração, que é visto por apenas um momento.”

    então, tendo em vista o significado da palavra efêmera, fica o questionamento: romances efêmeros são ruins?

    particularmente, não acho que seja. Claro que todos nós desejamos um romance duradouro, um que seja eterno. Eu mesma não fujo dessa estatística, mas o que eu mais desejo é poder viver. É poder sentir cada instante; poder viver cada momento e me conectar de uma forma única com cada pessoa.

    ser efêmero não é ser ruim; ruim será se você não tiver aproveitado tudo, se não tiver vivido cada momento; sentido todos os sentimentos, chorado todas as lágrimas e rir cada gargalhada que os romances nos tiram. mesmo os efêmeros.

    porque a efemeridade das coisas servem para nos lembrar que a vida passa rápido e que independente de todos os planos que fazemos, não sabemos nada do minuto seguinte, então até mesmo os romances efêmeros têm algo a nos dizer, têm algo a nos ensinar.

    uma das coisas que sempre digo a mim mesma é que eu não posso, jamais me culpar por ter deixado me envolver muito em alguma relação. se não deu certo, não foi por falta de sentimentos. e isso é importante dizer. romances efêmeros são verdadeiros. toda a intensidade, todos os momentos foram reais, mas se acabou, foi por quase tudo, menos por falta de sentimentos reais.

    e acho que seja exatamente por isso que é tão difícil aceitar o fim desses romances, porque eles são bons, mas nem sempre o bom é suficiente; e nem sempre você é suficiente para o outro, assim como nem sempre ele será suficiente para você. e está tudo bem. e quando somos capazes de entender isso quando ainda se está no começo é o divisor de águas. pois, evita momentos e lágrimas dolorosas; evita que o tudo que foi construído no curto tempo seja destruído pela tentativa vã, pelo medo bobo de ficar só.

    portanto, te digo que se foi efêmero, foi real. foi bom. e merece ser lembrado com carinho e amor. não com dor.

    para mim, romances efêmeros são bons, mesmo que deixe sempre aquele gostinho de saudade do que não foi vivido (alô, meme do Neymar), e aqueles vários questionamentos dos “se tivesse dado certo”, “se tivesse continuado”, mas eles são bons, porque é devido a efemeridade de como tudo ocorreu que só haverá espaços para guardar e lembrar do que realmente importa.

    os romances efêmeros são bons, mas o duradouro é o melhor. e ele é assunto para outro post.

    mas e para você? Romances efêmeros são ruins? me responde aqui! estou doida para conversar sobre isso com você 💕

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  • InPrimeiras Impressões

    Can I Be Him – Andreia Nascimento

    Olá, minha gente! Tudo bem com você?

    Hoje eu trouxe as minhas primeiras impressões de um livro que eu devorei em algumas horas! Pense num livro que me cativou total em somente 20% e só me fez largar o celular quando eu terminei. O livro é novo lançamento da Andreia Nascimento, Can I Be Him.

    Sinopse: Quando Elis se mudou para o prédio cinco anos atrás, não esperava que em menos de cinco minutos teria mais quatro amigos para dividir aquele andar. Da forma mais aleatória, deparou-se com seu ex-namorado Ian e seu amigo Artur.

    Quando Artur decidiu sair da casa do seu pai, estava tentando provar para si que era capaz de encarar o mundo sem as paredes de concreto que o cercou por toda sua vida. Seu pai havia seguido em frente da morte de sua mãe, construindo uma nova família. Assim, ele se deparou com o novo.

    Cinco adultos com muito em comum, principalmente, a novidade de começar uma nova vida. Aos poucos eles se tornaram suas próprias famílias. Até que Artur tornou-se melhor amigo de Elis.

    Até ser impossível ser apenas amigos.

    Can I Be Him nos apresenta Artur, Ian, Elis, Catarina e Nathalia. 5 amigos que dividem um andar. O destino os uniu e fez com que esses caminhos cruzados mudassem a vida de cada um deles de uma forma única.

    “Por que nos preocupamos tanto com os finais felizes se o mundo promete acabar em apocalipse?”

    Ian é ex-namorado de Elis. Catarina a amiga que divide apartamento com Elis. Natalia é amiga estressada que a meditação não faz efeito e logo casa e deixa de dividir o andar com os amigos. E Artur, além de estar em um relacionamento abusivo com uma louca, se descobre apaixonado pela Elis. Ex-namorada de um dos seus melhores amigos. Pois é, que doideira!

    “Pessoas precisam entender, não somos malditas peças de quebra-cabeças. Cada vez que desmonta um ser humano, ele fica desconfigurado.”

    Temos um pulo temporal de 5 anos logo no início da história primordial para o desenvolvimento da história e dos personagens e o que encontramos nesses 4 me cativaram de um jeito que eu senti falta ultimamente nos romances que ando lendo.

    Como só li 20% do livro e como diz na sinopse, veremos um romance clichê: amigo se apaixona por amiga. Contudo o que é nos entregue é um romance de alta qualidade e com um enredo que pega totalmente. Como disse a vocês, criei um certo padrão para livros com maior foco no romance e ainda me encontro besta com o quanto esse livro me parece ser ótimo. Conclusão tirada com 20% de leitura e que tenho certeza que será comprovada quando finalizar a leitura.

    Esse é meu segundo contato com a escrita da Andrea, o primeiro foi em um livro no Wattpad, Paixão em Sonora, e agora sei que dificilmente deixarei passar meus dias sem ler mais algo dela.

    No geral, não quero me ater muito a detalhes, até por possuir poucos ainda, mas sei que essa será uma leitura muito, muito boa. Sinto isso e aposto minhas fichas nisso também!

    O livro se encontra em pré-venda e por um preço bem baratinho e com certeza valerá a pena.

    “—Às vezes, nos perdemos sem perceber —justifico. — Na verdade, acredito que seja mais fácil do que nos encontrar.”

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